Cuba

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Referência : Ribeiro, D., (2014) Cuba, Rev. Ciência Elem., V2(4):284
Autores: Daniel Ribeiro
Editor: Jorge Gonçalves
DOI: [http://doi.org/10.24927/rce2014.284]


Figura 1 Cuba de quartzo utilizada em espectrofotómetros com um passo ótico de 10,00 mm.
Uma cuba, ou cuvete, ou ainda célula de espectrofotometria, (ver figura 1) é um pequeno recipiente de vidro, plástico ou quartzo com uma forma paralelipipédica que se utiliza para albergar amostras líquidas para serem analisadas espetroscopicamente.


O material de que a cuba é feita está diretamente relacionado com o tipo de análise espetroscópica que é necessário fazer dado que cada material é transparente para uma dada zona de comprimentos de onda. As cubas de vidro e plástico são utilizadas em análises espetroscópicas com radiação visível, ao passo que as cubas de quartzo são utilizadas para análises nas zonas do ultravioleta e do infravermelho do espetro eletromagnético.[1]

Ao utilizar cubas, alguns cuidados básicos devem ser tomados. No caso de análise de soluções aquosas, a cuba deve ser lavada com água desionizada e, posteriormente, passada interiormente com uma porção da solução que irá ser analisada. Normalmente uma cuba possui duas faces transparentes e duas faces opacas. É pelas faces opacas que o experimentalista deve sempre pegar na cuba. Além disso, antes de iniciar a análise espetroscópica, o operador deve ter o cuidado de nunca encher a cuba até ao seu limite e limpar sempre a parte exterior das faces transparentes para obter um espetro correto da amostra no interior da cuba.


Referências

  1. N. Tkachenko, Optical spectroscopy: methods and instrumentations, Amsterdam Boston: Elsevier, 2006, ISBN: 978-0-444-52126-2.


Criada em 07 de Maio de 2012
Revista em 15 de Maio de 2012
Aceite pelo editor em 18 de Maio de 2012