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		<title>Inflação cósmica - História de revisão</title>
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		<title>Admin: Criou nova página com '&lt;span style=&quot;font-size:8pt&quot;&gt;&lt;b&gt;Referência : &lt;/b&gt; Gomes, C., (2022) ''Inflação cósmica'', [https://rce.casadasciencias.org Rev. Ciência Elem.], V10(3):039 &lt;br&gt; &lt;span ...'</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikiciencias.casadasciencias.org/wiki/index.php?title=Infla%C3%A7%C3%A3o_c%C3%B3smica&amp;diff=30000&amp;oldid=prev"/>
				<updated>2022-10-21T10:34:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:8pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;b&amp;gt;Referência : &amp;lt;/b&amp;gt; Gomes, C., (2022) &amp;#039;&amp;#039;Inflação cósmica&amp;#039;&amp;#039;, [https://rce.casadasciencias.org Rev. Ciência Elem.], V10(3):039 &amp;lt;br&amp;gt; &amp;lt;span ...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:8pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;b&amp;gt;Referência : &amp;lt;/b&amp;gt; Gomes, C., (2022) ''Inflação cósmica'', [https://rce.casadasciencias.org Rev. Ciência Elem.], V10(3):039&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:8pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;b&amp;gt;Autor&amp;lt;/b&amp;gt;: &amp;lt;i&amp;gt;Cláudio Gomes&amp;lt;/i&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:8pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:8pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;b&amp;gt;Editor&amp;lt;/b&amp;gt;: &amp;lt;i&amp;gt;[[Usu&amp;amp;aacute;rio:Jntavar|João Nuno Tavares]]&amp;lt;/i&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:8pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;b&amp;gt;DOI&amp;lt;/b&amp;gt;: &amp;lt;i&amp;gt;[[https://doi.org/10.24927/rce2022.039 https://doi.org/10.24927/rce2022.039]]&amp;lt;/i&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;html&amp;gt;&amp;lt;a href=&amp;quot;https://rce.casadasciencias.org/rceapp/static/docs/artigos/2022-039.pdf&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
                &amp;lt;img src=&amp;quot;https://rce.casadasciencias.org/static/images/layout/pdf.png&amp;quot; alt=&amp;quot;PDF Download&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/html&amp;gt;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resumo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inflação cósmica corresponde ao paradigma associado ao período de expansão exponencial, ou aproximadamente exponencial, do Universo primordial entre, sensivelmente, 10&amp;lt;sup&amp;gt;-36&amp;lt;/sup&amp;gt; e 10&amp;lt;sup&amp;gt;-32&amp;lt;/sup&amp;gt; segundos após o Big Bang. As evidências observacionais para este cenário encontram-se na radiação cósmica de fundo, resolvendo os problemas do modelo do Big Bang quente e explicando a origem das estruturas cosmológicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;html&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;p class='mainText'&amp;gt;A teoria do Big Bang é o modelo amplamente mais aceite pela comunidade científica para&lt;br /&gt;
explicar a origem do Universo, tendo várias comprovações observacionais que vão desde&lt;br /&gt;
a existência de uma radiação cósmica de fundo à previsão da nucleossíntese primordial&lt;br /&gt;
e abundância relativa de elementos químicos leves. Todavia, existiam outras questões&lt;br /&gt;
para as quais a teoria anterior não dava uma explicação satisfatória, nomeadamente os&lt;br /&gt;
problemas do horizonte, da planura, da ausência de defeitos topológicos e da formação&lt;br /&gt;
de estruturas.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &amp;lt;p class='mainText'&amp;gt;O primeiro problema tem a ver com o seguinte: porque é que as estruturas no Universo&lt;br /&gt;
parecem praticamente iguais em qualquer lugar e em qualquer direção que se observe,&lt;br /&gt;
isto é, porque parece o Universo homogéneo e isotrópico? Na realidade, vemos que a temperatura&lt;br /&gt;
do Universo hoje é sensivelmente a mesma em qualquer par de regiões opostas&lt;br /&gt;
entre si na radiação cósmica de fundo. Mas isso seria impossível, uma vez que não houve&lt;br /&gt;
tempo suficiente no passado para que as partículas de luz, os fotões, interagissem entre&lt;br /&gt;
si num processo de termalização, pois estas só desacoplaram da matéria cerca de 380 mil&lt;br /&gt;
anos após o Big Bang. Assim, qualquer região separada de outra por 2 graus no Universo&lt;br /&gt;
seria causalmente desconexa.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &amp;lt;p class='mainText'&amp;gt;O segundo problema tem a ver com a curvatura espacial do Universo ser plana. Assim,&lt;br /&gt;
parece haver condições iniciais do Universo muito especiais para que ele fosse e/ou se&lt;br /&gt;
mantivesse espacialmente plano, uma vez que pequenos desvios levariam a cenários bastante&lt;br /&gt;
diferentes da evolução do Universo: valores acima de uma dada densidade crítica&lt;br /&gt;
levariam a um Universo muito denso e que colapsaria num &amp;lt;em&amp;gt;Big Crunch&amp;lt;/em&amp;gt;; valores abaixo&lt;br /&gt;
dessa densidade promoveriam um Universo essencialmente vazio onde a gravidade não&lt;br /&gt;
conseguiria formar as estruturas que observamos no Cosmos.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &amp;lt;p class='mainText'&amp;gt;O terceiro problema do modelo quente do Big Bang diz respeito à ausência de defeitos&lt;br /&gt;
topológicos observáveis no Universo. Com efeito, a Física do Universo primordial depende&lt;br /&gt;
muito da Física de Partículas, uma vez que se supõe, na Teoria da Grande Unificação, que&lt;br /&gt;
em muito altas energias as quatro interações fundamentais se juntam num único grupo&lt;br /&gt;
de simetria. Em particular, na Física de Partículas existem diversas situações nas quais&lt;br /&gt;
defeitos topológicos ocorrem, como por exemplo quando ocorre uma transição de fase&lt;br /&gt;
e correspondente quebra de simetria, algo que seria natural de acontecer com o arrefecimento do Universo à medida que ele se expande. Exemplos destes defeitos são as&lt;br /&gt;
texturas, parede de domínio, as cordas cósmicas ou os monopólos, que correspondem a&lt;br /&gt;
defeitos a 3, 2, 1 e 0 dimensões, respetivamente. Em particular, o cálculo do número de&lt;br /&gt;
monopólos produzidos, por exemplo, na quebra de simetria eletrofraca demonstra que&lt;br /&gt;
aqueles seriam a forma dominante de energia, algo que não se observa em nenhum local&lt;br /&gt;
do Universo.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &amp;lt;p class='mainText'&amp;gt;Por seu turno, o quarto problema tem a ver com as inomogeneidades locais do Universo.&lt;br /&gt;
Isto é, nós observamos galáxias, sistemas planetários, estrelas, entre outros, porque&lt;br /&gt;
houve possibilidade de colapso gravitacional devido a desvios da homogeneidade a larga&lt;br /&gt;
escala. Adicionalmente, também se observam grandes vazios, regiões sem matéria, em&lt;br /&gt;
virtude da atração gravitacional em regiões vizinhas.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &amp;lt;p class='mainText'&amp;gt;A resposta a estes problemas surge com o paradigma inflacionário que implica um período&lt;br /&gt;
de expansão quase exponencial do espaço-tempo após o Big Bang. Diversos contributos&lt;br /&gt;
e classes de modelos foram propostos. Em 1979 e 1980, o físico soviético Alexei&lt;br /&gt;
Starobinsky notou que correções quânticas à teoria da Relatividade Geral deveriam ser&lt;br /&gt;
importantes no Universo primordial, sendo que tipicamente eram termos quadráticos da&lt;br /&gt;
curvatura escalar no funcional ação de Einstein-Hilbert. Ora, isto significa que quando as&lt;br /&gt;
curvaturas são elevadas, tal como no Universo primordial, então os termos quadráticos&lt;br /&gt;
comportar-se-iam como uma constante cosmológica, descrevendo um estado do Universo&lt;br /&gt;
muito simétrico designado de &amp;lt;em&amp;gt;Sitter&amp;lt;/em&amp;gt;, sendo na realidade substituto da singularidade&lt;br /&gt;
inicial&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;STAROBINSKY, A. A.,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://ui.adsabs.harvard.edu/abs/1979ZhPmR..30..719S/abstract&amp;quot;&amp;gt;Spectrum Of Relict Gravitational Radiation And The Early State Of The Universe&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;, &amp;lt;em&amp;gt;JETP Letters&amp;lt;/em&amp;gt;,&lt;br /&gt;
30, 682. 1979.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;,&amp;lt;/sup&amp;gt; &amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;STAROBINSKY, A. A.,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/037026938090670X&amp;quot;&amp;gt;A new type of isotropic cosmological models without singularity&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;, &amp;lt;em&amp;gt;Phys. Lett&amp;lt;/em&amp;gt;, 91, 99–102. 1980.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;. De facto, este modelo de Starobinsky, quando analisado no vazio (sem matéria),&lt;br /&gt;
corresponde a um modelo particular da classe de teorias alternativas da gravidade proposta&lt;br /&gt;
para explicar a matéria escura e a energia escura, nomeadamente as chamadas&lt;br /&gt;
teorias f(R).&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &amp;lt;p class='mainText'&amp;gt;Simultaneamente, e de forma independente, o físico norte-americano Alan Guth publicou&lt;br /&gt;
um estudo, em 1981, enquanto investigava o problema da não observação de monópolos&lt;br /&gt;
magnéticos no Universo, em que mostrou que existindo um estado metaestável de&lt;br /&gt;
falso vácuo de energia positiva, que funcionaria como uma constante cosmológica, então&lt;br /&gt;
o Cosmos, ao arrefecer após o Big Bang, ficaria “preso” nesse estado e teria, necessariamente,&lt;br /&gt;
de sofrer uma expansão acelerada&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;GUTH, A. H.,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://journals.aps.org/prd/abstract/10.1103/PhysRevD.23.347&amp;quot;&amp;gt;Inflationary universe: A possible solution to the horizon and flatness problems&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;, &amp;lt;em&amp;gt;Phys. Rev.&amp;lt;/em&amp;gt;, D 23, 347 1981.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;. Rapidamente percebeu a implicação desta&lt;br /&gt;
conclusão, nomeadamente que muitos dos problemas do modelo quente do Big Bang seriam&lt;br /&gt;
resolvidos, e designou esta fase como inflação. Mas como ocorreria essa expansão?&lt;br /&gt;
Na realidade, um estado de falso vácuo que se expanda exponencialmente permite que&lt;br /&gt;
o verdadeiro vácuo (estado de menor energia) apareça por via de nucleação de bolhas,&lt;br /&gt;
como na FIGURA 1, sendo que a perda de energia dentro das bolhas é compensada pela&lt;br /&gt;
energia na superfície das mesmas (semelhante a uma tensão superficial dos fluidos).&lt;br /&gt;
Esta energia é libertada nos processos de colisão entre bolhas. O processo continua até&lt;br /&gt;
que todas as bolhas tenham colidido e o espaço esteja totalmente no verdadeiro vácuo.&lt;br /&gt;
Contudo, para que a inflação tenha tempo suficiente para resolver os problemas do Big&lt;br /&gt;
Bang quente, tem de haver poucos processos de nucleação de bolhas e as colisões serem&lt;br /&gt;
raras, algo característico numa expansão exponencial. Assim, não haveria energia suficiente&lt;br /&gt;
para que o Universo reaquecesse, tornando-o excessivamente frio e incompatível&lt;br /&gt;
com as observações.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;figure class=&amp;quot;image-big&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;img src=&amp;quot;https://rce.casadasciencias.org/static/images/articles/2022-039-01.jpg&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/figure&amp;gt;&amp;lt;center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;figcaption&amp;gt;FIGURA 1. Processo de nucleação onde existe um novo vácuo, ou seja, uma região com energia menor que o chamado&lt;br /&gt;
falso vácuo. As bolhas podem colidir, libertando energia, até que todo o espaço seja preenchido pelo novo e verdadeiro&lt;br /&gt;
vácuo.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/figcaption&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &amp;lt;p class='mainText'&amp;gt;De facto, existem outros intervenientes pioneiros nos estudos iniciais de uma fase inflacionária,&lt;br /&gt;
muitas vezes esquecidos nas tramas e urdumes da malha da história: o astrofísico&lt;br /&gt;
grego Demosthenes Kazanas, o físico japonês Katsuhiko Sato e o seu colaborador&lt;br /&gt;
e físico norte-americano Martin Einhorn&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;CONTOPOULOS, G.,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;Adventures in order and chaos: a scientific autobiography&amp;lt;/em&amp;gt;, Springer Science &amp;amp; Business Media, pp.&lt;br /&gt;
88–89. 2004.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;,&amp;lt;/sup&amp;gt; &amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;KAZANAS, D.,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://arxiv.org/abs/0803.2080&amp;quot;&amp;gt;Cosmological Inflation: A Personal Perspective&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;, &amp;lt;em&amp;gt;Springer Science &amp;amp; Business Media&amp;lt;/em&amp;gt;, pp. 485–496 2009.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;. O primeiro havia sugerido, em 1980, que uma&lt;br /&gt;
transição de fase no Universo primordial associada a uma quebra espontânea de simetria&lt;br /&gt;
de uma Teoria de Grande Unificação poderia levar a uma expansão exponencial e, se durasse&lt;br /&gt;
um tempo suficiente, potencialmente explicaria a isotropia observada do Universo&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;KAZANAS, D.,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://ui.adsabs.harvard.edu/abs/1980ApJ...241L..59K/abstract&amp;quot;&amp;gt;Dynamics of the universe and spontaneous symmetry breaking&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;, &amp;lt;em&amp;gt;ApJ&amp;lt;/em&amp;gt;, 241, L59-63. 1980.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;. Por&lt;br /&gt;
seu turno, Katsuhiko Sato, em 1981, sugeriu que uma expansão acelerada poderia eliminar&lt;br /&gt;
o problema das paredes de domínio&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;SATO, K.,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/0370269381908054&amp;quot;&amp;gt;Cosmological baryon number domain structure and the first order phase transition of a vacuum&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;, &amp;lt;em&amp;gt;Phys. Lett&amp;lt;/em&amp;gt;,&lt;br /&gt;
B 99, 66-70. 1981.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt; e, no mesmo ano, em colaboração com Einhorn publicou&lt;br /&gt;
um modelo que resolvia o problema dos monopólos magnéticos&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;EINHORN, M. B. &amp;amp; SATO, K.,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/0550321381900572&amp;quot;&amp;gt;Monopole Production In The Very Early Universe In A First Order Phase Transition&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;, &amp;lt;em&amp;gt;Nuc.&lt;br /&gt;
Phys.&amp;lt;/em&amp;gt;, 180, 385–404. 1981.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;. Este último modelo,&lt;br /&gt;
semelhante ao de Guth, também padecia dos mesmos problemas: um valor muito específico&lt;br /&gt;
para a constante cosmológica e muitas bolhas de verdadeiro vácuo para que o período&lt;br /&gt;
inflacionário resolvesse os problemas do modelo do Big Bang quente restantes.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &amp;lt;p class='mainText'&amp;gt;O físico russo Andrei Linde propôs uma solução para o problema da colisão das bolhas em&lt;br /&gt;
1982&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;LINDE, A. D.,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/0370269382912199&amp;quot;&amp;gt;A new inflationary universe scenario: A possible solution of the horizon, flatness, homogeneity, isotropy and primordial monopole problems&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;, &amp;lt;em&amp;gt;Phys. Lett.&amp;lt;/em&amp;gt;, 108, 389. 1982.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;, assim como o fizeram, independentemente, os físicos Andreas Albrecht e Paul Steinhardt&lt;br /&gt;
num artigo no mesmo ano&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;ALBRECHT, A., STEINHARDT, P.,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://journals.aps.org/prl/abstract/10.1103/PhysRevLett.48.1220&amp;quot;&amp;gt;Cosmology for Grand Unified Theories with Radiatively Induced Symmetry Breaking&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;, &amp;lt;em&amp;gt;Phys. Rev. Lett.&amp;lt;/em&amp;gt;, 48, 1220. 1982.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;. Esta nova solução passou a ser conhecida como Nova&lt;br /&gt;
Inflação ou Inflação de “rolamento lento” (&amp;lt;em&amp;gt;slow-roll inflation&amp;lt;/em&amp;gt; na terminologia inglesa), e, por&lt;br /&gt;
conseguinte, a formulação anterior passou a ser chamada de Velha Inflação. Assim, a nova&lt;br /&gt;
ideia parte da consideração de um dado campo escalar, cuja flutuação quântica associada é a&lt;br /&gt;
partícula inflatão, que rola muito lentamente ao longo do seu potencial em direção ao mínimo&lt;br /&gt;
do mesmo. Durante este processo, o Universo expande e, quando o inflatão desce a parte mais&lt;br /&gt;
pronunciada do seu potencial, a inflação termina e começa o processo de reaquecimento. Este&lt;br /&gt;
modelo tem a vantagem de resolver os problemas da Velha Inflação, proporcionando uma&lt;br /&gt;
“saída limpa” (&amp;lt;em&amp;gt;graceful exit&amp;lt;/em&amp;gt; na terminologia inglesa), todavia introduzindo outros, nomeadamente,&lt;br /&gt;
a assumpção de que o Universo teve de estar num estado pré-inflacionário extremamente&lt;br /&gt;
quente e que a inflação estava intimamente ligada a uma transição de fase cosmológica.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &amp;lt;p class='mainText'&amp;gt;Um ano mais tarde, em 1983, Linde propôs um cenário mais geral que os dois cenários&lt;br /&gt;
anteriores aqui discutidos: a inflação caótica&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;LINDE, A. D.,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/0370269386906118&amp;quot;&amp;gt;Eternally Existing Self-Reproducing Chaotic Inflationary Universe&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;, &amp;lt;em&amp;gt;Phys. Lett.&amp;lt;/em&amp;gt;, B 175, 395–400. 1986.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt; (FIGURA 2). Este modelo foi criado com base&lt;br /&gt;
nas ideias e conclusões de Steinhardt de que o cenário da Nova Inflação poderia incluir a&lt;br /&gt;
possibilidade de o processo inflacionário ser eterno, isto é, numa dada região poder terminar,&lt;br /&gt;
mas noutra região do espaço continuar a expandir-se, e nas conclusões de Alexander&lt;br /&gt;
Vilenkin de que efeitos quânticos promovem essa possibilidade de inflação eterna&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;VILENKIN, A.,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://journals.aps.org/prd/abstract/10.1103/PhysRevD.27.2848&amp;quot;&amp;gt;Birth of Inflationary Universes&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;, &amp;lt;em&amp;gt;Phys. Rev.&amp;lt;/em&amp;gt;, D 27, 2848–2855. 1983.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;. Assim,&lt;br /&gt;
a proposta de inflação caótica de Linde tem a vantagem de não requerer a existência de um&lt;br /&gt;
equilíbrio térmico inicial.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;figure class=&amp;quot;image-medium&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;img src=&amp;quot;https://rce.casadasciencias.org/static/images/articles/2022-039-02.jpg&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/figure&amp;gt;&amp;lt;center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;figcaption&amp;gt;FIGURA 2. Inflação caótica. O inflatão rola lentamente ao longo do seu potencial até à parte mais pronunciada do mesmo,&lt;br /&gt;
terminando a inflação e dando início ao período de reaquecimento do Universo&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;GINSBURG, A.,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://www.slideserve.com/consuela/inflation-and-scalar-fields&amp;quot;&amp;gt;Inflation and Scalar Fields&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/figcaption&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &amp;lt;p class='mainText'&amp;gt;Em 1994, Linde propôs um outro modelo inflacionário: a inflação híbrida, na qual um&lt;br /&gt;
dado campo escalar rola rapidamente devido à presença de um campo adicional, sendo&lt;br /&gt;
que a inflação termina naturalmente quando termina o &amp;lt;em&amp;gt;slow-roll&amp;lt;/em&amp;gt;&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;LINDE, A.,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://journals.aps.org/prd/abstract/10.1103/PhysRevD.49.748&amp;quot;&amp;gt;Hybrid Inflation&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;, &amp;lt;em&amp;gt;Phys. Rev.&amp;lt;/em&amp;gt;, D 49, 748-754. 1994.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt; (FIGURA 3).&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;figure class=&amp;quot;image-medium&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;img src=&amp;quot;https://rce.casadasciencias.org/static/images/articles/2022-039-03.jpg&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/figure&amp;gt;&amp;lt;center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;figcaption&amp;gt;FIGURA 3. Exemplificação esquemática da Inflação Híbrida na qual existem dois campos escalares que permitem a&lt;br /&gt;
inflação ocorrer e terminar&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;LINDE, A.,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://slideplayer.com/slide/5230512/&amp;quot;&amp;gt;Eternal Inflation and Sinks in the Landscape&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/figcaption&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &amp;lt;p class='mainText'&amp;gt;Quando a inflação termina, existe um período chamado reaquecimento (&amp;lt;em&amp;gt;reheating&amp;lt;/em&amp;gt; na terminologia&lt;br /&gt;
inglesa), uma vez que o inflatão decai em partículas do Modelo Padrão da Física de Partículas que preenchem o Universo. Assim, a radiação eletromagnética emitida é a componente&lt;br /&gt;
dominante desta fase cósmica. Assim, as flutuações quânticas inflacionárias adquirem&lt;br /&gt;
dimensões cosmológicas, sendo as sementes da formação de estruturas do nosso Universo.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &amp;lt;p class='mainText'&amp;gt;Sendo a inflação cósmica um paradigma e não uma teoria, significa que existem muitos&lt;br /&gt;
modelos que prevêem uma fase inicial de rápida expansão. Felizmente, há também dados&lt;br /&gt;
observacionais muito precisos que permitem excluir ou constranger um dado modelo,&lt;br /&gt;
principalmente pelos dados da radiação cósmica de fundo obtidos pelas missões COBE,&lt;br /&gt;
WMAP e, mais recentemente, Planck. Assim, esta época cósmica é particularmente relevante&lt;br /&gt;
para estudar modelos gravitacionais de altas energias ou que permitem explicar os&lt;br /&gt;
problemas da matéria escura e da energia escura&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;GOMES, C. &amp;lt;em&amp;gt;et al.&amp;lt;/em&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://iopscience.iop.org/article/10.1088/1475-7516/2017/06/021&amp;quot;&amp;gt;Inflation in non-minimal matter-curvature coupling theories&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;, &amp;lt;em&amp;gt;JCAP&amp;lt;/em&amp;gt; 06, 021. 2017.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;,&amp;lt;/sup&amp;gt; &amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;GOMES, C. &amp;lt;em&amp;gt;et al.&amp;lt;/em&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://journals.aps.org/prd/abstract/10.1103/PhysRevD.97.104061&amp;quot;&amp;gt;Inflation with Planck data: A survey of some exotic inflationary models&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;, &amp;lt;em&amp;gt;Phys. Rev.&amp;lt;/em&amp;gt;, 97, 104061. 2018.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;,&amp;lt;/sup&amp;gt; &amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;BERTOLAMI, O.,&lt;br /&gt;
&amp;lt;em&amp;gt;&amp;lt;a class=&amp;quot;a-link&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot;&lt;br /&gt;
                href=&amp;quot;https://sigarra.up.pt/icbas/pt/ucurr_geral.ficha_uc_view?pv_ocorrencia_id=470362&amp;quot;&amp;gt;O Livro das Escolhas Cósmicas&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/em&amp;gt;, &amp;lt;em&amp;gt;Ed. Gradiva&amp;lt;/em&amp;gt;. 2018.&amp;lt;/html&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;html&amp;gt;.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/html&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
---- &amp;lt;br&amp;gt;Criada em 6 de Dezembro de 2021&amp;lt;br&amp;gt; Revista em 24 de Fevereiro de 2022&amp;lt;br&amp;gt;Aceite pelo editor em 14 de Outubro de 2022&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Category:Física]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

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